
O Fluviário referiu que "são quatro as crias que, a
cada dia de desenvolvimento, se vão apresentando mais dinâmicas e robustas,
dando os primeiros passos fora do ninho e começando a ingerir alimentos
sólidos".
Para o Fluviário de Mora, esta nova ninhada trata-se da
recompensa dos esforços para "produzir condições de grande qualidade,
desde infraestruturas a cuidados levados a cabo pelos tratadores e equipa, que
permitem a reprodução de uma espécie vulnerável".
Texto: Pedro Soeiro c/ Correio da Manhã | Imagem: DR
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