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segunda-feira, fevereiro 15, 2010

Carnaval em Estremoz

O frio, que se fez notar e de que maneira, no passado Domingo, não foi suficiente para que o cortejo estremocense ficasse em casa. Como São Pedro resolveu só ligar a torneira depois das 19 horas, os foliões saíram à rua e mostraram o trabalho executado durante as ultimas semanas.
Na minha opinião, este foi o melhor Carnaval dos últimos anos em Estremoz. Os grupos esmeraram-se, trabalharam afincadamente para proporcionar aos muitos estremocenses e aos cada vez em maior número forasteiros, que por esta altura do ano visitam a nossa cidade, uma tarde bem passada.
Parabéns a todos quantos colocaram esta iniciativa de pé.
Pelas condições metereológicas que se fazem sentir, na próxima terça-feira não deve haver corso. Ficamos com a compensação dos mais variados grupos terem apresentado o seu trabalho e o seu amor ao Carnaval de Estremoz, nem que tivesse sido por uma tarde apenas.
Fico também com a certeza de que o trabalho eleborado e apresentado no passado Domingo, dá mostras de que não vai ser fácil acabar com esta tradição em Estremoz. Assim queiram os foliões, as empresas colaboradoras de determinados grupos, as entidades organizadoras e o município local.
De seguida pode ver algumas fotografias captadas no passado Domingo (clique no slide para ver as fotografias em tamanho maior)

Já nas bancas

ANA FRAGOSO "DESPE-SE" PARA O ECOS
Ana Fragoso concedeu a sua primeira grande entrevista depois de ter posado nua na revista Playboy

O FADO À MESA
Silvino Sardo, José Gonçalez, Maritina e João Caldeira juntos no ECOS da Cadeia

VÊM AÍ AS GRANDES DECISÕES
CF Estremoz venceu o GD Boliqueime e enfrenta agora dois testes de fogo nas duas próximas jornadas

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domingo, janeiro 31, 2010

Será que é preciso um guarda-costas?


Segundo o que me foi dado perceber, visto ter nascido cerca de seis meses depois do 25 de Abril, a Revolução dos Cravos serviu, entre outras coisas, para que a população portuguesa tivesse liberdade de expressão.
A minha liberdade de expressão termina exactamente onde começa a liberdade das outras pessoas, não fazendo o mesmo que outros, que em tempos idos e na ânsia de alcançarem determinados objectivos, mantendo-se sempre nessa valorosa protecção chamada anonimato, não respeitaram a minha liberdade.
A liberdade de expressão conquistada em 74 serviria para que pudéssemos dizer, sempre sem entrar na ofensa pessoal, aquilo que nos vai na alma, que pudéssemos apontar erros e sucessos, mas sempre de cara a descoberto, assinando os nossos textos e sendo sempre responsáveis por aquilo que dizemos ou escrevemos.
Aliás, a liberdade de expressão e de informação é o 19º artigo da Declaração Universal dos Direitos do Homem, declaração datada de 10 de Dezembro de 1948, e é o 37º artigo da Constituição da República Portuguesa, constituição datada de 2 de Abril de 1976.
Há quem ainda não tenha percebido isso. Há pessoas que pensam que são os supra sumos da razão e que de modo algum poderão ser criticados ou que não lhe podem ser imputadas responsabilidades ou, ainda mais grave, serem levantadas dúvidas.
Numa terrinha como Estremoz, em que toda a gente conhece toda a gente, ter opinião é difícil. Quer dizer, se a opinião for similar à que está no poder, isso é facílimo, o pior é o contrário.
O simples indicar de uma determinada situação, levanta logo alguma celeuma e prometem-se, encontros imediatos, questiona-se em voz alta onde encontrar beltrano ou sicrano e até se garante, com todas as letras, que “ao outro eu quero é encontrá-lo pessoalmente”.
Será que é preciso que aqueles que têm opinião, arranjem guarda-costas? Antes de sair de casa, além de não se esquecerem das chaves de casa, do telemóvel, da carteira e demais acessórios, o melhor é trazer sempre o contacto mais rápido de uma empresa de segurança ou do posto da PSP, não vá o diabo tecê-las…

sábado, janeiro 30, 2010

Já nas bancas


"DURMO DE CONSCIÊNCIA TRANQUILA"
Sobre as três semanas em que ainda trabalhou com a gestão Mourinha, o Arquitecto António Bouça é peremptório: "Houve a encomenda de pareceres positivos aos técnicos da divisão e despachos de deferimentos ilegais,logo nulos."

ESTREMOCENSE EM MISSÃO NO HAITI
António Luís Peças aceitou de imediato o convite do INEM para integrar a missão portuguesa

CAMPEÕES IBÉRICOS
Asas de Estremoz brilham em Espanha

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domingo, janeiro 24, 2010

Parque por inaugurar já está inaugurado

No preciso momento em que vos escrevo estas linhas estou a passar a Ponte Vasco da Gama. As novas tecnologias permitem-nos estes luxos e esta facilidade de comunicar.
Sei que os tempos são outros e que o respeito pelos mais velhos ou pelo património já não é o mesmo de quando eu tinha 14 ou 15 anos.
Hoje os mais jovens não têm problemas em ofender uma pessoa com mais idade, como não têm qualquer problema em usar e abusar de infraestruturas que ainda nem sequer estão inauguradas. Refiro-me ao facto de ainda não ter sido inaugurado e de nem sequer terem sido retiradas as redes de protecção à obra e já são vários, às dezenas, os jovens que usam, abusam, sujam e estragam o Parque Infantil dos Casais de Santa Maria, em Mendeiros.
Prometo que trarei aqui fotos que ilustram bem o que vos estou a escrever.
Deixo só algumas algumas questões, que como cidadão me preocupam e que como contribuinte pagador dos meus impostos, que serviram também para pagar aquele parque, tenho toda a legitimidade para as fazer?

- O Parque já está pronto?
- Se sim, o porquê de não ser inaugurado?
- Se não o querem inaugurar, porque não retiram aquelas redes de protecção e colocam este parque à disposição de todos?
- Quando o forem colocar à disposição de todos e já se encontrarem alguns dos equipamentos partidos, a quem vão pedir responsabilidades?

Não vou aguardar sentado pelas respostas a estas perguntas, peço apenas que actuem, que façam algo...
Espero também que nenhum daqueles jovens que usam ilegalmente este parque, sofra ali qualquer fractura ou lesão, porque aí, de certeza, iam ter com o Presidente da Junta de Santa Maria, a pedir esclarecimentos e a pedir contas... Provavelmente até era bom que isso acontecesse, assim pelo menos este pagava parte dos estragos que têm feito.
Ficam aqui algumas das imagens do projecto do Polidesportivo dos Casais de Santa Maria.

domingo, janeiro 17, 2010

Já nas bancas


O RESISTENTE
História do homem que viveu a vida, fazendo a vida dos outros

UMA VIAGEM PELO FADO
José Gonçalez e António Pinto Basto gravam disco ao vivo

MÁS TARDES
CF Estremoz goleado no Rosário e
SC Arcoense não consegue vencer em Arraiolos

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quarta-feira, janeiro 06, 2010

Concerto de Ano Novo da Luzitana

A Sociedade Filarmónica Luzitana vai realizar no próximo dia 9 de Janeiro de 2010, pelas 17:00h no salão da sede da sociedade, na Rua da Cruz Vermelha, em Estremoz, o seu já tradicional Concerto de Ano Novo.
Este concerto integrará também uma homenagem ao Maestro e Compositor João Imperial, prestigiado maestro que passou pela banda estremocense e que deixou um reportório marcante para a filarmónica, temas que fazem parte da história da banda para sempre.
Vão estar presentes nesta cerimónia um dos filhos que ainda se encontra vivo bem como alguns netos, assim como outros familiares e será apresentada uma pequena nota biográfica apresentada por Diogo Vivas.
EstremozSoeiro associa-se a este Concerto de Ano Novo, divulgando-o e esperando que os estremocenses acedam a este convite e encham o salão da Sociedade Filarmónica Luzitana, para uma tarde bem passada.
Fundada a 25 de Agosto de 1840, foi considerada pela Federação Portuguesa das Colectividades de Cultura e Recreio como a banda filarmónica mais antiga de Portugal com actividade ininterrupta. Funda uma Orquestra em 1916 na inauguração do seu Salão de Baile. Em 1953, através da recém-criada secção de teatro, apresenta no Teatro Bernardim Ribeiro a fantasia musicada "Rapsódia Lusitana". Em 2005, em conjunto com o Orfeão de Estremoz "Tomaz Alcaide" e a Sociedade Filarmónica Artística Estremocense, reata a tradição da realização do corso carnavalesco.


terça-feira, janeiro 05, 2010

Já nas bancas

EM 2009
NOTICIÁMOS ASSIM
Os protagonistas, as entrevistas, os casos, as notícias...
Um ano inteiro passado em revista

quinta-feira, dezembro 31, 2009

quinta-feira, dezembro 24, 2009

Transcrever e Citar

À hora que escrevo estas linhas, começo a paginação de mais um jornal ECOS. Ao vasculhar a edição anterior e depois de reler o editorial do Hugo Gil Cortes, resolvi explicar aos menos entendidos na matéria, o significado das palavras CITAR e TRANSCREVER.

Algumas afirmações como esta: “Um dos gabinetes que mais trabalhos faz para Estremoz pertence a um funcionário da câmara, situação que é gravíssima e que significa que, quer nós técnicos, quer os autarcas somos apodados de corruptos”. E continua: “Esta situação era ainda mais grave quando este senhor tinha uma empresa de construção civil, para além de ter um gabinete de projectos, fazia urbanizações que ele próprio a seguir ia fiscalizar pelo lado da câmara…”. O senhor arquitecto refere em seguida que “enquanto não se resolverem estas situações os serviços da câmara vão continuar a ser qualificados como corruptos…”.
Esta é de facto uma situação que dá vontade de rir, mas entristece todos aqueles que questionam o porquê dos projectos não andarem por estas ou outras razões menos claras.

Este é um excerto do editorial de Hugo Gil Cortes, publicado na edição nº 78 do jornal ECOS de Estremoz, o qual aqui transcrevo.
Neste editorial, o director do jornal estremocense transcreveu algumas declarações da entrevista do arquitecto Bouça ao jornal Brados do Alentejo, e logo algumas vozes se levantaram, questionando onde poderiam encontrar o director do jornal, desejando efectivamente nunca o encontrar.
Hugo Gil Cortes apenas retirou frases da dita entrevista, não é ele o autor da frase. Quem devem procurar e tentar encontrar é o arquitecto Bouça, autor das citadas frases, mas provavelmente também esse é melhor não o encontrar, pois mais frases podem daí vir.
Segundo o dicionário de Língua Portuguesa da Porto Editora, CITAR significa transcrever ou mencionar (texto, facto, opinião, etc.) como exemplo ou autoridade e TRANSCREVER significa reproduzir por cópia ou transladar.
Deixem-me ainda elucidar que, quando os textos publicados nos jornais ou revistas se encontram em itálico, é para identificar citações ou transcrições, não serve para embelezar ou porque gostamos de ver frases tombadas para o lado direito.
Num meio pequeno como Estremoz, onde toda a gente conhece toda a gente, não é fácil fazer o quer que seja, quanto mais escrever ou dar entrevistas em que se ponha o dedo na ferida, muito por culpa deste tipo de pessoas, que ao mínimo sentir do seu rabo pisado, gritam ao vento, reclamam, questionam onde encontrar, rezando para que tal não aconteça.

BOAS FESTAS

quarta-feira, dezembro 09, 2009

Mourinho continua com a moral em alta

Aquele que é considerado por muitos como o melhor treinador do mundo não está a ter vida fácil em Itália, nomeadamente no que diz respeito à sua lidação com a imprensa italiana, mas após o jogo com o Rubin Kazan, que confirmou o Inter de Milão nos oitavos de final da Liga dos Campeões, quem as ouviu foi Luís Baila, repórter destacado pela RTP, para a cobertura deste jogo.
Sem dúvida que o homem continua com a moral lá bem em cima...

"O discurso de José Mourinho após a vitória (2-0) sobre o Rubin Kazan e conquente apuramento para os oitavos-de-final da Liga dos Campeões teve também alguma dose de ironia nas declarações prestadas à RTP.
"Até me espanta ver cá uma televisão portuguesa, porque só se vos cheirava a esturro. Mas a verdade é que o Inter continua na Liga dos Campeões. Terminámos no 2.º lugar do grupo mais difícil da Champions; o Barcelona acabou em primeiro com naturalidade, porque tem a melhor equipa, mas só hoje confirmou essa liderança", disse o treinador português.
Voltando a fazer uso da ironia, Mourinho disse que as coisas não estão a correr bem... "Estamos numa posição muito difícil. Lideramos o campeonato, com 4 pontos de vantagem sobre o 2.º classificado, e continuamos na Taça de Itália e na Liga dos Campeões. De facto, estamos a viver uma situação dramática"."

segunda-feira, dezembro 07, 2009

Estandartes de Natal

Muitas das janelas e varandas do país já têm o seu Estandarte de Natal, uma ideia importada por parte de Nuno Saraiva da Ponte, responsável da plataforma Estandartes de Natal 2009, depois de uma visita a Sevilha.
Uma forma de devolver o Menino Jesus ao Natal, em concorrência ao Pai Natal, invenção da Coca-Cola nos anos 30, e que podemos ver a subir muitas das janelas e varandas de Portugal.
Em seguida deixo-vos uma notícia do Diário de Notícias sobre esta iniciativa.
Cada estandarte custa 15 Euros e levanta algumas questões pertinentes:
- Não será esta mais uma forma da Igreja enriquecer?
- E todos aqueles cristãos para quem a reforma mal chega para os medicamentos, por não comprar este Estandarte de Natal deixa de ser cristão ou é menos cristão que outro que tenha o Menino Jesus pendurado na janela?
- Não seria altura da IGREJA, e refiro a IGREJA e não as paróquias que muito e bom trabalho social fazem, DAR em vez de RECEBER?
Notícia retirada do site do Diário de Notícias:

"Católicos penduram Menino Jesus nas varandas e janelas" por RITA CARVALHO
Em três semanas, foram colocados mais de seis mil dos novos estandartes em várias cidades.
A ideia surgiu em Espanha há três anos e agora está a ganhar adeptos em Portugal. Este Natal, milhares de estandartes com a imagem do Menino Jesus estão pendurados nas varandas e janelas dos portugueses para "reavivar" o espírito natalício. A iniciativa é de um grupo de famílias cristãs, que está a dinamizar a venda dos símbolos nalgumas cidades do País.
"Pensamos que o Natal está a perder o seu espírito tradicional. É uma festa cristã mas os sinais públicos dessa festa estão praticamente a desaparecer", afirmou ao DN Nuno Saraiva da Ponte, o responsável pela plataforma Estandartes de Natal 2009, que importou a ideia das cidades espanholas.
"Basta percorrer a baixa da cidade de Lisboa para ver que nas decorações não há nada que lembre o Natal. Vêem-se luzes, estrelas, mas não se vê um presépio, um pastor, nada", lamenta o mentor da ideia.
Pelo contrário, proliferam os Pais Natais, fixados nos edifícios, como se estivessem a trepar pelas janelas e varandas. Ou seja, o objectivo é recuperar a ligação da imagem do Menino Jesus ao Natal, que foi substituída pelo pai natal, inventado pela Coca-Cola nos anos 30. Mas para muitos, "quem traz os presentes" é o Menino Jesus, imagem que estava a desaparecer.
Foi um "sentimento de vazio que tentámos preencher", explica Nuno Saraiva da Ponte, negando, contudo, que esta iniciativa seja uma "resposta directa" à existência de tantos Pais natais nas cidades.
"Há uns anos, surgiu o Pai Natal que é um adereço. O nosso estandarte também é um símbolo. Mas que pretende partilhar com os vizinhos, os amigos e as pessoas que passam na rua o que é para nós a alegria e o verdadeiro espírito do Natal."
A prova de que há muitas pessoas dispostas a demonstrar que "para si, o Natal é uma festa cristã", acrescenta, está na adesão à iniciativa. Em pouco mais de três semanas, foram colocados seis mil estandartes nas ruas, embora o tempo litúrgico só comece hoje (domingo), com o início do Advento. A organização espera vender, pelo menos, mais quatro mil nos próximos dias. Em Lisboa, estandartes encarnados podem ser encontrados nalgumas das avenidas mais importantes, como a Infante Santo ou a Buenos Aires. Mas a adesão é notória em outras cidades, como Porto, Braga, Faro, Évora, Montijo e Setúbal.
A ideia foi tirada de Sevilha, onde Nuno Saraiva da Ponte viu no Natal passado vários estandartes pendurados nas janelas. "Achei que era uma boa ideia. Amadureci-a e falei com outras pessoas que também tinham visto isso em cidades", contou.
Há cerca de um mês, formou-se a plataforma de famílias, um grupo espontâneo e sem qualquer ligação à hierarquia da Igreja Católica. Foi criado um site e a mensagem divulgada na Internet, através de redes sociais como o Facebook. Numa carta aí disponibilizada, o capelão da Universidade Católica convida os cristãos a "levantarem os olhos" para Cristo e lembra a "esperança" associada à mensagem do Natal.
Para a iniciativa chegar às comunidades católicas, foram contactadas algumas paróquias mais dinâmicas da capital, como a da Estrela ou dos Jerónimos. Rapidamente, a venda dos estandartes se alargou. Os estandartes, resistentes à chuva, custam 15 euros são vendidos localmente, sendo que o dinheiro serve para custear a importação do produto de Espanha e para apoiar as paróquias que colaboram na iniciativa.
A ideia original nasceu em Osuna, localidade espanhola, onde há três anos o sacerdote local lançou um desafio aos paroquianos.: recuperar a imagem do Menino Jesus.

domingo, dezembro 06, 2009

Já nas bancas

SEM TABUS
José Gonçalez fala da actualidade política estremocense e
assume desejo de ser Vereador do Desporto e da Cultura

SOB O SIGNO DA SOLIDARIEDADE
Academia do Bacalhau de Estremoz comemorou o seu 9º aniversário

ESTA NÃO ESTAVA NO PROGRAMA!
CF Estremoz perde em casa com o HCP Grândola e
já soma dois desaires caseiros