À semelhança do que aconteceu com um outro blogue de Estremoz, o Estremoz Revisited, do meu amigo Jorge Pereira, fui vítima do envio de comentários menos abonatórios para com a minha pessoa, tudo cobardemente e na sombra do anonimato.
"Oh Pedro Soeiro!? Não precisa de dar valor a ninguem! É um mero cromo da sociadade estremocense! que tristeza a arrogancia de um pobre trabalhador da camara de estremoz"
O comentário acima publicado, os erros são do seu autor e não meus, foi enviado por um qualquer energúmeno (se calhar é melhor colocar outro adjectivo que a pessoa em questão é capaz de não perceber), que me levam seriamente a pensar se valerá a pena continuar a fazer este blogue.
Mas não quero que este ZECA fique sem resposta.
Pode me considerar um cromo da sociedade estremocense, considero muito lisonjeiro da sua parte, porque no meu tempo de coleccionador de cadernetas, cromo era aquele que todos desejavam que lhe saísse na respectiva carteirinha comprada no Maniés para poder completar a colecção.
Em relação à parte de ser um pobre funcionário da Câmara de Estremoz, tenho que admitir que sou funcionário da autarquia e com muito gosto. Sou funcionário da CME porque não nasci em berço de ouro e para levar algum dinheirinho para casa, tenho que trabalhar.
Só é pena que considere todos aqueles que trabalham para o município como pobres. Ou é algum desprezo trabalhar para a autarquia?
"Oh Pedro Soeiro!? Não precisa de dar valor a ninguem! É um mero cromo da sociadade estremocense! que tristeza a arrogancia de um pobre trabalhador da camara de estremoz"
O comentário acima publicado, os erros são do seu autor e não meus, foi enviado por um qualquer energúmeno (se calhar é melhor colocar outro adjectivo que a pessoa em questão é capaz de não perceber), que me levam seriamente a pensar se valerá a pena continuar a fazer este blogue.
Mas não quero que este ZECA fique sem resposta.
Pode me considerar um cromo da sociedade estremocense, considero muito lisonjeiro da sua parte, porque no meu tempo de coleccionador de cadernetas, cromo era aquele que todos desejavam que lhe saísse na respectiva carteirinha comprada no Maniés para poder completar a colecção.
Em relação à parte de ser um pobre funcionário da Câmara de Estremoz, tenho que admitir que sou funcionário da autarquia e com muito gosto. Sou funcionário da CME porque não nasci em berço de ouro e para levar algum dinheirinho para casa, tenho que trabalhar.
Só é pena que considere todos aqueles que trabalham para o município como pobres. Ou é algum desprezo trabalhar para a autarquia?






